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Márcio Talaska, de 38 anos, foi preso preventivamente sob suspeita de provocar a morte da esposa e da filha

Caso inicialmente tratado como acidente levanta suspeitas

Um homem de 38 anos foi preso pela Polícia Civil do Paraná suspeito de provocar a morte da esposa e da filha de três anos, após o carro da família cair no Rio Paraná, em Nova Londrina. No início, o caso foi registrado como acidente, mas novas evidências mudaram o rumo das investigações.


Vítimas morreram afogadas

As vítimas foram identificadas como Iria Djanira Roman Costa Talaska, de 36 anos, e Maria Laura Roman Talaska, de 3 anos. As duas morreram afogadas depois que o veículo ficou submerso. O homem foi o único a conseguir sair com vida.


Versão do suspeito foi contestada

Em depoimento, o homem afirmou que a esposa dirigia o carro e teria se perdido no trajeto. No entanto, imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia mostram que ele estava ao volante durante todo o percurso.


Imagens e investigação levantam suspeitas

De acordo com a Polícia Civil, mais de 20 gravações foram analisadas, além de depoimentos de testemunhas. O trajeto do veículo não indica desorientação ou tentativa de pedir ajuda, o que reforçou a suspeita de que o carro pode ter sido lançado propositalmente no rio.

Outro ponto que chamou atenção foi o comportamento do suspeito, que conseguiu sair rapidamente do carro, mas demorou para acionar socorro.


Prisão preventiva e continuidade das investigações

Diante dos indícios, a Justiça decretou a prisão preventiva do homem. A polícia segue investigando o caso e aguarda novos laudos periciais para esclarecer completamente o que aconteceu.


Comoção na cidade

A morte de mãe e filha causou grande comoção em Nova Londrina. Iria trabalhava no Hospital Municipal da cidade, e sua morte gerou manifestações de pesar por parte de colegas e moradores. A filha também era conhecida na comunidade escolar local.


Defesa se manifesta

A defesa do suspeito informou que ainda não teve acesso completo ao processo e afirmou que o homem está abalado com a tragédia. Os advogados também destacaram que não é possível tirar conclusões definitivas neste momento.